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SEGURANÇA
13/03/2026 17h00

Corpo encontrado esquartejado é de corretora gaúcha que estava desaparecida em SC

Informação foi confirmada pela Polícia Civil nesta sexta-feira (13). Dos cinco investigados do caso, três deles são apontados como autores do crime de latrocínio

Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Polícia Civil confirmou nesta sexta-feira (13) que o corpo encontrado esquartejado em um córrego no município de Major Gercino é da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, que estava desaparecida em Florianópolis.



De acordo com a investigação, cinco pessoas foram identificadas no caso e três delas são apontadas como autoras do crime de latrocínio — roubo seguido de morte. Todos moravam no mesmo residencial que a vítima.



As investigações começaram após a família registrar um boletim de ocorrência pelo desaparecimento na segunda-feira (9). A partir daí, policiais identificaram compras feitas no CPF da corretora após o sumiço.



Inicialmente, uma mulher de 47 anos foi presa por receptação após ser encontrada com pertences da vítima. Em depoimento durante audiência de custódia, ela negou qualquer participação no crime.



Outros dois suspeitos também foram presos: um homem de 27 anos, vizinho de porta da corretora, e a companheira dele, de 30 anos. O casal havia fugido da capital catarinense e foi localizado e detido em Gravataí. O homem estava foragido desde 2022 por um latrocínio registrado em Laranjal Paulista


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A mãe do suspeito chegou a ser ouvida durante as investigações, mas até o momento não responde por nenhum crime. O mesmo ocorre com o irmão dele, um adolescente de 14 anos, que foi encontrado com produtos comprados no nome da vítima.



O corpo de Luciani foi visto por moradores no córrego ainda na segunda-feira (9). Na quarta-feira (11), a Polícia Militar foi acionada e fez a retirada do corpo. A distância entre Major Gercino e Florianópolis é de cerca de 100 quilômetros.



Agora, a investigação tenta esclarecer onde e como a corretora foi morta, além de identificar o trajeto feito pelos suspeitos até o local onde o corpo foi abandonado.



Luciani morava sozinha na região da Praia do Santinho e estava desaparecida desde o dia 5 de março, quando foi vista pela última vez.



A família passou a desconfiar de algo errado após receber mensagens pelo celular da vítima com erros de português, o que levantou a suspeita de que outra pessoa estaria usando o aparelho.



Ao mesmo tempo, o irmão da corretora foi até o apartamento dela e encontrou o imóvel com comida estragada na cozinha e louça suja acumulada na pia, indicando que não havia ninguém no local havia vários dias.



Durante a investigação, a polícia também rastreou compras feitas no CPF da vítima. Entre os itens adquiridos estavam uma televisão, um controle de videogame e um conjunto de arco e flecha.



Os agentes identificaram que um adolescente havia retirado os produtos em uma loja e constataram que ele morava no mesmo residencial de Luciani. Em depoimento, ele afirmou que as mercadorias seriam destinadas ao irmão.



Os policiais foram até o local e encontraram o carro da vítima, um HB20, além de diversos objetos dela, como notebook e televisão, escondidos em um apartamento desocupado do residencial.



Segundo a Polícia Civil, também houve tentativa de esconder objetos e dificultar o trabalho das autoridades durante as investigações.



 



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Fonte: Redação
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