Bairros Centro, Humaitá de Cima e Vila Moema lideram o ranking de concentração do mosquito
Foto: Divulgação
O monitoramento semanal da Vigilância Epidemiológica de Tubarão acendeu um novo alerta para a saúde pública. O município atingiu a marca de 502 focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
O avanço dos registros em áreas urbanas preocupa as autoridades, que pedem uma mobilização mais intensa dos moradores na limpeza de quintais e terrenos.
Até o momento, o boletim oficial contabiliza 74 notificações de suspeitas da doença. Destas, 66 já foram descartadas. O cenário atual mantém apenas um registro de caso autóctone (contraído dentro da cidade) confirmado anteriormente.
Não há pacientes internados em decorrência da dengue no município até o fechamento deste boletim.
Mapa dos focos
O mosquito tem se espalhado por diversas regiões, mas a concentração é maior em bairros com grande fluxo de pessoas. O Centro aparece no topo da lista com 57 focos, seguido pelo Humaitá de Cima (40), Vila Moema (38), Revoredo (37) e o bairro Humaitá (37).
As regiões de Oficinas e Recife, com 36 focos cada, e Morrotes e Dehon, com 29 cada, também estão em áreas de atenção prioritária para os agentes de endemias.
A secretária de Saúde, Carina Portão, reforça que a estabilidade nos casos confirmados não deve gerar relaxamento.
“Não precisamos esperar que a situação se agrave. Cada morador pode contribuir reservando um tempo para verificar o seu quintal e arredores. Ao identificar recipientes com água parada, a orientação é eliminá-los imediatamente”, destaca.
A recomendação é que a vistoria seja feita pelo menos uma vez por semana, tempo suficiente para interromper o ciclo de reprodução do mosquito, que se desenvolve rapidamente em climas instáveis.
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