Justiça libera Baly “Tadala” enquanto bebida feita só com extratos naturais faz sucesso nas vendas e redes sociais
Divulgação
O energético Baly “Tadala” se tornou um fenômeno nacional, mas também gerou polêmica e uma disputa judicial. A Justiça da Comarca de Tubarão concedeu uma liminar permitindo que a Bebidas Grassi do Brasil Ltda retome a produção, venda e divulgação do produto, enquanto o processo ainda não é concluído. A decisão suspende a proibição imposta pela Vigilância Sanitária municipal e estadual, que havia alegado risco de confusão com o medicamento tadalafila.
Segundo os juízes, a chance de confusão é remota, já que o rótulo indica claramente que se trata de um energético e o produto é vendido em ambiente típico de bebidas. A suspensão imediata da comercialização, especialmente às vésperas do Carnaval, foi considerada medida excessiva e violação do princípio da livre iniciativa sem comprovação de risco à saúde pública.
Apesar da polêmica, o Baly “Tadala” registrou cerca de 23 milhões de pedidos em apenas 25 dias, tornando-se o lançamento mais rápido da história da marca. Nas redes sociais, o termo “Baly Tadala” ultrapassou 2 milhões de visualizações no TikTok, enquanto no Instagram foram milhares de posts, vídeos e compartilhamentos relacionados ao produto.
O energético é feito apenas com extratos naturais, como guaraná e catuaba, não contém medicamentos ou fármacos, e seu efeito é exclusivamente de bebida energética. A fabricante, aposta em edições temáticas e sabores curiosos, como champanhe, tropical spritz e caipirinha.
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