Em entrevista no Dia do Psicólogo, professora do Unibave explicou os riscos de buscar respostas rápidas para questões emocionais na internet
Divulgação: Unibave
A facilidade de encontrar informações nas redes sociais e conversar com ferramentas de inteligência artificial fez com que muitas pessoas passassem a buscar nesses recursos respostas para questões emocionais. O problema, segundo a psicóloga e professora do curso de Psicologia do Unibave, Vandreça Vigarani Durigon, é quando esse conteúdo passa a ser visto como substituto da terapia. O alerta foi feito durante entrevista ao Jornal Hora Hiper, da Rádio Hiperativa FM, nesta quinta-feira (27), Dia do Psicólogo.
Segundo Vandreça, conteúdos disponíveis na internet podem ajudar na busca por informação, mas não conseguem substituir o acompanhamento de um profissional. Cada pessoa possui uma história e necessidades diferentes, e o processo de terapia precisa ocorrer em um ambiente seguro, com um psicólogo capacitado. A professora também chamou atenção para as chamadas “receitas fáceis”, que prometem respostas rápidas para problemas que podem ser complexos.
A psicóloga destacou ainda que procurar atendimento não significa necessariamente estar enfrentando um transtorno mental. O acompanhamento também pode ajudar no autoconhecimento, na prevenção e no cuidado com as emoções. Para ela, assim como as pessoas realizam consultas e exames para acompanhar a saúde física, também é importante prestar atenção à própria saúde emocional.
Confira a entrevista:
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