Médica infectologista alerta para importância do hábito no dia a dia e dentro dos hospitais
Divulgação: Portal Hora Hiper
A higienização das mãos, apesar de simples, ainda está longe de ser praticada como deveria. O assunto foi tema de entrevista na última quinta-feira (7) no Jornal Verde Vale, da Rádio Verde Vale 91,9 FM, com a médica infectologista Eletânia Esteves de Almeida. Ela destacou que o cuidado é essencial tanto no ambiente hospitalar quanto fora dele, principalmente neste período em que se lembram o Dia Mundial da Higienização das Mãos, em 5 de maio, e o Dia Nacional de Controle de Infecções Hospitalares, no próximo dia 15.
Durante a conversa, a médica explicou que a eficácia da lavagem das mãos já é comprovada há mais de um século, mas mesmo assim a adesão ainda é baixa. Segundo ela, o problema não está na falta de informação, mas no comportamento das pessoas. Esquecimento, rotina corrida e até a falta de hábito acabam fazendo com que muitos deixem de lado uma medida básica de prevenção.
Dentro dos hospitais, esse cuidado se torna ainda mais importante. A infectologista lembrou que as chamadas infecções relacionadas à assistência à saúde podem surgir após alguns dias de internação e estão ligadas a diversos fatores, como procedimentos invasivos e a própria condição dos pacientes. Entre os casos mais comuns estão infecções após cirurgias, pneumonias em pacientes internados em UTI e infecções urinárias.
Para finalizar, a médica reforçou que criar o hábito desde cedo faz toda a diferença. Segundo ela, a higienização das mãos, seja com água e sabão ou álcool em gel, continua sendo a forma mais simples, barata e eficaz de evitar doenças, tanto no hospital quanto no dia a dia da população.
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