A data, conhecida oficialmente como “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”, reúne duas tradições antigas da Igreja
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Celebrado neste domingo (29), o Domingo de Ramos marca o início da Semana Santa para os católicos e relembra dois momentos centrais da fé cristã: a entrada de Jesus em Jerusalém e o início do período que antecede sua crucificação.
A data, conhecida oficialmente como “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”, reúne duas tradições antigas da Igreja. De um lado, a recordação da chegada de Jesus à cidade, quando foi recebido com ramos e aclamações. De outro, a leitura da Paixão, que narra os acontecimentos que levaram à sua morte.
Durante as celebrações, é comum que os fiéis participem de procissões carregando ramos, que são abençoados no início da missa. O gesto simboliza a recepção feita a Jesus em Jerusalém e, ao mesmo tempo, marca o começo de um período de reflexão para os cristãos.
A liturgia deste dia também se diferencia das demais por reunir dois momentos distintos na mesma celebração. Inicialmente, há a procissão e a bênção dos ramos. Em seguida, ocorre a missa com a leitura completa da Paixão, que descreve a condenação e a crucificação de Jesus.
Outro ponto característico é o uso da cor vermelha nas celebrações, associada tanto à ideia de realeza quanto ao sofrimento. Apesar do caráter solene, não há o canto do glória, mantendo o tom mais contido típico do período.
O Domingo de Ramos abre a Semana Santa, considerada a mais importante do calendário católico, e antecede datas como a Quinta-feira Santa, a Sexta-feira Santa e a Páscoa. Ao longo desses dias, os fiéis acompanham os principais momentos da história de Jesus, desde a última ceia até a ressurreição.
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