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GERAL
20/08/2026 13h00
Por: Redação

Consumidores das cooperativas não terão reajuste da Celesc; novas tarifas saem em setembro

Aneel ainda vai analisar os valores cobrados pelas 22 cooperativas de Santa Catarina, e índice para os consumidores da região ainda não foi definido

Divulgação: Cegero

O reajuste médio de 10,82% aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para as tarifas da Celesc não será aplicado automaticamente aos consumidores atendidos pelas cooperativas de energia elétrica de Santa Catarina. As 22 cooperativas do Estado passam por um processo próprio de revisão das tarifas, com os novos valores previstos para serem definidos no final de setembro. A informação foi explicada pelo gerente executivo de operações da Cegero, Cooperativa de Eletricidade de São Ludgero, Flávio Schlickmann, em entrevista ao Hora Hiper, da Rádio Hiperativa FM 96,7.

Segundo Schlickmann, a análise das cooperativas começa após a definição do reajuste da Celesc. A Aneel avalia os custos de cada empresa antes de estabelecer os novos valores. Por isso, ainda não é possível saber qual será o percentual de aumento para os consumidores da região. Entre os fatores que pressionam as tarifas estão os custos relacionados ao setor elétrico e os chamados encargos, valores cobrados na conta de luz para financiar subsídios e outros programas do setor.

 


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O gerente explicou que algumas distribuidoras do país tiveram aumentos superiores a 20%, com casos próximos de 30%. Nas cooperativas, porém, cada processo é analisado separadamente. A definição do novo valor deverá ocorrer no final de setembro, quando os consumidores saberão quanto a tarifa será alterada. Até lá, o reajuste anunciado para a Celesc não representa aumento automático para quem recebe energia das cooperativas.

Entre as cooperativas da região, a Cegero mantém uma das tarifas mais baixas do país. Segundo Schlickmann, em 19 de agosto, a cooperativa ocupava a segunda posição entre as menores tarifas de energia elétrica do Brasil. Após o reajuste da Celesc, a diferença entre as duas tarifas chegou a cerca de 41%, o que, segundo estimativa apresentada pelo gerente, pode representar uma economia superior a R$ 1 mil por ano para uma residência com consumo básico. 



Confira a entrevista: 









 



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Fonte: Redação
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