Estudo revela que usuários no Brasil ficam conectados durante cerca de 68% da expectativa de vida e registram o maior crescimento no tempo online desde 2022
Imagem gerada por IA
Os brasileiros nunca passaram tanto tempo conectados à internet. Um levantamento da empresa de cibersegurança NordVPN aponta que um usuário no Brasil permanece, em média, 52 anos, 9 meses e 16 dias da vida online, o equivalente a mais de 68% da expectativa de vida no país, atualmente estimada em 76 anos.
A pesquisa foi divulgada há dois meses e ouviu mais de 20 mil pessoas em 20 países. O Brasil aparece na liderança do ranking mundial, à frente de nações como México, Lituânia, Austrália, Suécia e Coreia do Sul.
Na outra ponta da lista está o Japão, onde os moradores passam, em média, cerca de 20 anos conectados à internet ao longo da vida.
Confira os países onde os usuários passam mais tempo conectados:
O estudo também comparou os dados atuais com os de 2022, ano da última Copa do Mundo. Nesse intervalo de quatro anos, o tempo médio que os brasileiros passam conectados aumentou 11 anos, o maior crescimento registrado entre todos os países analisados.
Depois do Brasil aparecem o Japão, com aumento de nove anos, e a Suécia, com oito anos.
Em contrapartida, alguns países reduziram o tempo médio de permanência na internet. É o caso da Coreia do Sul e da Itália, ambos com queda de cinco anos. A França também registrou redução de cinco anos, enquanto a Alemanha apresentou diminuição de um ano.
Além do tempo de uso, a pesquisa investigou quais informações pessoais são compartilhadas pelos usuários na internet.
Entre os brasileiros, 63% afirmam divulgar o endereço e o status de relacionamento, o maior índice entre todos os países pesquisados. Já a data de nascimento é compartilhada por 78% dos entrevistados.
O levantamento mostra ainda que o smartphone é o principal dispositivo para acessar a internet. No Brasil, 91% dos participantes utilizam o celular para navegar, o maior percentual da pesquisa.
O país também lidera o uso de computadores e notebooks para acessar a internet no ambiente de trabalho, prática mencionada por 38% dos entrevistados.
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