Gol de Ferran Torres na prorrogação garante o segundo título mundial da Espanha
Foto: HEULER ANDREY/DIA ESPORTIVO/Estadão Conteúdo
A Espanha conquistou neste domingo (19) o bicampeonato da Copa do Mundo ao derrotar a Argentina por 1 a 0 na prorrogação, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O único gol da decisão foi marcado por Ferran Torres, no segundo tempo do tempo extra.
Durante a maior parte da partida, a equipe comandada por Luis de la Fuente teve o controle das ações e criou as principais oportunidades, mas encontrou pela frente uma atuação decisiva do goleiro Emiliano Martínez. O argentino fez diversas defesas importantes e manteve o empate até a prorrogação.
No primeiro tempo, Lamine Yamal levou perigo em mais de uma oportunidade, enquanto Marc Cucurella acertou um chute que passou muito perto da trave. Após o intervalo, a pressão espanhola aumentou com finalizações de Dani Olmo, Ferran Torres, Pau Cubarsí e Aymeric Laporte, todas paradas por Dibu Martínez.
A Argentina só conseguiu levar perigo nos acréscimos da etapa final, quando Giuliano Simeone cruzou para a área, mas Unai Simón ficou com a bola. Logo depois, Enzo Fernández recebeu o segundo cartão amarelo após falta em Cubarsí e foi expulso, deixando os argentinos com um jogador a menos.
Na prorrogação, a Espanha chegou a balançar as redes com Nico Williams, mas o lance foi anulado por falta na origem da jogada. O gol do título saiu no segundo tempo do tempo extra. Pedro Porro cruzou para a área, Nico Williams escorou e Ferran Torres finalizou para vencer Dibu Martínez e marcar o único gol da final.
Pouco depois, Ferran voltou a marcar, desta vez após passe de Lamine Yamal, mas o lance foi invalidado por impedimento.
Nos minutos finais, a Argentina tentou reagir. Lionel Messi ainda levantou uma bola na área e, já nos acréscimos da prorrogação, Giuliano Simeone finalizou por cima do gol após cobrança de escanteio, sem conseguir evitar a derrota.
Com a vitória, a Espanha conquistou seu segundo título mundial e impediu que a Argentina defendesse a taça conquistada na edição anterior. A decisão também marcou a despedida de Lionel Messi da competição.
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