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SEGURANÇA
21/01/2026 20h33

Polícia Civil investiga suspeita de fraude milionária envolvendo construtora em cidade do Sul de SC

Prejuízo deve ser superior a R$ 5 milhões

Foto: Maurício Vieira/Secom

Uma construtora localizada em Criciúma está sendo investigada pela Polícia Civil após a instauração de um inquérito para apurar uma possível fraude milionária atribuída à empresa, que atua na região. O nome da construtora não foi divulgado.



A apuração teve início após representação apresentada por um escritório de advocacia do município, que representa um casal de Nova Veneza.



Segundo o delegado Márcio Campos Neves, titular da 1ª Delegacia de Polícia de Criciúma, as informações preliminares indicam que, ao longo de cerca de cinco anos, dois sócios da empresa teriam vendido imóveis ainda na planta, sem que os terrenos possuíssem matrícula regular, e que as construções jamais foram entregues.



De acordo com a Polícia Civil, as supostas fraudes envolveriam empreendimentos anunciados tanto em Criciúma quanto em Itapema.



O material apresentado pelos advogados, aliado aos depoimentos colhidos na delegacia, aponta para um prejuízo superior a R$ 5 milhões sofrido pelo casal.



Ainda conforme o delegado, há suspeita da utilização de contratos fraudulentos apresentados por terceiros, supostamente em nome dos investigados, com o objetivo de interferir na organização de credores que buscam ressarcimento e medidas judiciais cabíveis.



“Acreditamos que existam outras possíveis vítimas. Em situações semelhantes, os suspeitos costumam alegar que se trata de um problema apenas de natureza civil ou de dificuldades financeiras, e não de crime, o que pode servir para ganhar tempo”, afirmou o delegado Márcio Campos Neves.


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Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores, segundo a Polícia Civil, é o fato de que os sócios-diretores manteriam um padrão de vida elevado, residindo em Balneário Camboriú, enquanto a construtora não possui obras em andamento, mas continuaria com o escritório aberto para vendas, o que, conforme relatos das vítimas, poderia indicar a captação de novos clientes mesmo sem perspectiva de entrega dos imóveis.



O prazo legal para a conclusão das investigações é de 30 dias, podendo ser prorrogado conforme a necessidade da apuração.



 



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Fonte: Redação
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