Durante o tratamento, segundo a família, o médico teria prescrito equivocadamente uma dose de fosfato de potássio oral dez vezes acima do recomendado
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Após um erro médico, um menino de 2 anos morreu por receber uma dose dez vezes maior de um medicamento em um hospital da Flórida, nos Estados Unidos. O caso, agora sob investigação, ocorreu no hospital universitário da Universidade da Flórida, onde De’Markus Page havia sido internado no início de 2024.
A criança chegou à unidade muito debilitada: havia contraído um vírus, apresentava baixo peso por causa de uma alimentação bastante restrita — atribuída pela família à suspeita de Transtorno do Espectro Autista (TEA) — e tinha níveis de eletrólitos perigosamente reduzidos.
Durante o tratamento, segundo a família, o médico teria prescrito equivocadamente uma dose de fosfato de potássio oral dez vezes acima do recomendado. O erro, afirmam, ocorreu por uma falha na digitação da prescrição. A superdosagem agravou o quadro clínico do menino e resultou em sua morte.
As autoridades de saúde da Flórida investigam a conduta da equipe do hospital e as circunstâncias que levaram ao erro. A família cobra responsabilização e mudanças nos protocolos para evitar que outras crianças passem por situações semelhantes.
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