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SEGURANÇA
04/05/2024 09h59

Chuvas no Rio Grande do Sul deixam 56 mortos e milhares de desalojados: Defesa Civil Alerta para riscos de rompimento de barragens

Estado contabiliza 74 pessoas feridas e 67 desaparecidas, segundo balanço da Defesa Civil

Gustato Mansur/Palácio Piratini

O número de mortos devido às chuvas intensas no Rio Grande do Sul subiu para 56, de acordo com o último balanço divulgado pela Defesa Civil na manhã deste sábado (4). As chuvas, que têm castigado o estado desde o início da semana, afetaram um total de 281 municípios, causando destruição e transtornos para centenas de milhares de gaúchos.

Além das vítimas fatais, as autoridades registram 74 pessoas feridas e 67 desaparecidas. Ao todo, 377.497 pessoas foram afetadas, com 24.666 desalojadas e 8.296 encaminhadas para abrigos. Esses números revelam a gravidade da situação, com grande impacto nas infraestruturas locais e nos serviços básicos. Em relação ao balanço anterior, divulgado na tarde de sexta-feira (3), houve um aumento significativo de 17 mortes.

As chuvas também causaram sérios problemas de transporte e serviços públicos. A Defesa Civil relata 128 pontos de bloqueio total ou parcial em 68 rodovias, enquanto 860 mil pessoas estão sem acesso à água potável e 350 mil pontos enfrentam interrupções no fornecimento de energia elétrica.

O governo do Rio Grande do Sul também alertou para o risco de rompimento de barragens no estado. Quatro barragens estão em nível de emergência, indicando risco iminente de ruptura. Outras quatro barragens estão em nível de alerta, o que significa que há anomalias que representam riscos e exigem medidas imediatas para manter a segurança das estruturas.


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A região do Vale do Taquari, uma das mais afetadas pelo ciclone extratropical em setembro de 2023, também está sofrendo com os temporais deste ano. A Defesa Civil continua a monitorar a situação e coordenar as operações de resgate e ajuda humanitária para as áreas mais atingidas.

O governo estadual pede para que a população siga as orientações das autoridades locais e evite áreas de risco. A ajuda humanitária está sendo organizada, e as autoridades locais e estaduais trabalham para garantir a segurança e a saúde dos moradores afetados. A tragédia que assola o Rio Grande do Sul destaca a necessidade de fortalecer as medidas de prevenção e resposta a desastres naturais, bem como a solidariedade para com as comunidades atingidas.



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Fonte: Redação
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