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SAÚDE
19/06/2026 07h23
Por: Redação

Gripe já causou 69 mortes e mais de mil casos graves em Santa Catarina em 2026

A vacinação ainda é a principal forma de prevenção contra complicações decorrentes da gripe

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Com a chegada do inverno e a intensificação da circulação de vírus respiratórios, Santa Catarina segue registrando casos graves e mortes causadas pela influenza. Dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES) apontam que a gripe já provocou 1.027 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 69 mortes no estado em 2026.



Apesar de os números serem inferiores aos registrados no mesmo período do ano passado, a doença continua representando um risco significativo, especialmente para crianças, idosos e pessoas com comorbidades ou outros fatores de risco.



Diante do cenário, a SES reforça a importância da vacinação como principal forma de prevenção contra complicações decorrentes da gripe. Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), a imunização é a medida mais eficaz para reduzir casos graves, internações e óbitos relacionados ao vírus.



A vacina contra a influenza está disponível para toda a população com mais de seis meses de idade nos municípios catarinenses. A recomendação é que os moradores procurem a unidade básica de saúde mais próxima para verificar a disponibilidade das doses e manter a vacinação em dia.



A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), uma das principais complicações associadas à influenza, pode ser causada por diferentes vírus respiratórios e exige atenção aos sintomas. Segundo a médica infectologista Maria Fernanda Silva, sinais como febre alta, tosse intensa e persistente, falta de ar e fadiga devem servir de alerta.



“É muito importante procurar atendimento médico para evitar o agravamento da doença”, destaca a especialista.



Nos casos mais severos, a SRAG pode levar à internação hospitalar e até mesmo à necessidade de tratamento em unidades de terapia intensiva (UTI).


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As autoridades de saúde alertam que os meses de outono e inverno favorecem a disseminação de vírus respiratórios devido às temperaturas mais baixas e à maior permanência das pessoas em ambientes fechados.



Além da vacinação, especialistas recomendam medidas preventivas como higienizar as mãos com frequência, cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar, evitar contato próximo com pessoas doentes e manter os ambientes ventilados para reduzir o risco de transmissão.



 



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Fonte: Redação
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