Município já soma 26 focos confirmados em 2026; coordenador reforça que combate ao mosquito Aedes aegypti depende da colaboração imediata da população
Foto: Divulgação PMCB
A Vigilância em Saúde de Capivari de Baixo realizou, nesta segunda-feira (4), uma varredura estratégica no bairro Três de Maio após a identificação de focos do mosquito Aedes aegypti na última semana.
Durante a operação, que abrangeu um raio de 300 metros a partir dos pontos críticos, as equipes coletaram 23 novas amostras de larvas suspeitas. O material foi encaminhado para análise no laboratório da Gerência Regional de Saúde, em Tubarão.
A quantidade de larvas encontradas em uma única ação gerou alerta imediato nas autoridades sanitárias. Com as novas suspeitas, o município tenta conter o avanço do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, que já contabiliza 26 focos confirmados apenas neste ano.
Apelo à conscientização coletiva
O coordenador da Vigilância em Saúde, Rodrigo Vargas, destacou que o cenário atual indica um possível crescimento acelerado de focos caso não haja uma mudança de comportamento dos moradores. Ele reforçou a gravidade da situação e a necessidade de apoio de todas as esferas da sociedade.
“O número preocupa e indica possível aumento de focos de dengue no município. Ressalto minha preocupação enquanto coordenador da Vigilância em Saúde e reforço que, embora a Vigilância Epidemiológica esteja cumprindo seu papel, o combate depende da colaboração de toda a população. A dengue é uma doença grave, que pode evoluir rapidamente e levar à morte. Por isso, é fundamental que todos façam sua parte, eliminando água parada e adotando medidas preventivas. Solicito o apoio da imprensa e de todos os munícipes e entidades para reforçar a conscientização e responsabilidade coletiva”, diz.
Para frear a proliferação, a Vigilância ratifica que a participação dos munícipes é o fator mais importante. Medidas simples no dia a dia podem evitar que Capivari de Baixo registre um surto da doença.
As recomendações, são: verificar e descartar recipientes que possam acumular água parada em quintais e áreas internas, manter caixas d’água e reservatórios devidamente fechados, limpar calhas e ralos regularmente para evitar o entupimento e o acúmulo de água e realizar o descarte correto de resíduos sólidos.
Além disso, permitir e facilitar o acesso dos agentes de saúde para as inspeções domiciliares, que estarão devidamente identificados.
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