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POLÍTICA
22/11/2025 07h50
Por: Iuleska

Prisão preventiva de Jair Bolsonaro é cumprida pela PF neste sábado

A determinação ocorreu depois de o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar uma vigília em frente ao condomínio onde o ex-presidente mora, na noite de sexta-feira (21)

Foto: Pablo Porciuncula/AFP

Foi preso na manhã deste sábado (22) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido da Polícia Federal (PF). A prisão é preventiva, não está relacionada à condenação por tentativa de golpe de Estado e foi decretada como medida cautelar para garantia da ordem pública.



A determinação ocorreu depois de o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar uma vigília em frente ao condomínio onde o ex-presidente mora, na noite de sexta-feira (21). De acordo com a PF avaliou que o ato representava risco tanto para participantes quanto para agentes envolvidos na segurança.



A prisão preventiva não tem prazo definido e deve passar por reavaliações periódicas da Justiça.


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Bolsonaro foi detido por volta das 6h e, segundo relatos, reagiu com tranquilidade ao cumprimento do mandado. Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, não estava na residência no momento da abordagem. Às 6h35, o comboio policial chegou à sede da PF. Após os primeiros trâmites, o ex-presidente foi levado à Superintendência, onde permanecerá em uma “Sala de Estado”, espaço reservado para autoridades de alto escalão, como ex-chefes do Executivo.



Até a última atualização desta matéria, Bolsonaro realizava exame de corpo de delito. Equipes do Instituto Médico-Legal (IML) se deslocaram até o local para executar o procedimento e evitar exposição indevida.



Em nota oficial, a Polícia Federal confirmou o cumprimento do mandado de prisão preventiva expedido pelo STF. A defesa do ex-presidente afirmou que, até as 6h40, ainda não havia sido comunicada formalmente sobre a detenção.



Bolsonaro estava em prisão domiciliar desde 4 de agosto, por decisão do ministro Alexandre de Moraes, após descumprimento de medidas cautelares. À época, Moraes apontou que o ex-presidente utilizou redes sociais de aliados — entre eles, seus três filhos parlamentares — para disseminar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”.

 



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Fonte: Redação
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