Em publicação nas redes sociais, Jorginho afirmou que considera a situação “confusa” e declarou que Bolsonaro “não teve um julgamento justo” e estaria sendo privado de liberdade “antes mesmo da condenação”
Foto: Reprodução/Redes Sociais
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), se manifestou na manhã deste sábado (22) sobre a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A medida foi solicitada pela Polícia Federal ao Supremo Tribunal Federal e não está relacionada à condenação por tentativa de golpe de Estado, mas sim a uma medida cautelar.
Em publicação nas redes sociais, Jorginho afirmou que considera a situação “confusa” e declarou que Bolsonaro “não teve um julgamento justo” e estaria sendo privado de liberdade “antes mesmo da condenação”. O governador também escreveu que vê a decisão como “mais um golpe contra seus direitos”.
Bolsonaro foi preso após decisão do ministro Alexandre de Moraes, que apontou risco elevado de fuga. Segundo a determinação, o Centro de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou ao STF a violação da tornozeleira eletrônica do ex-presidente às 0h08 deste sábado.
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Outro ponto destacado por Moraes foi a convocação de uma vigília feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em frente ao condomínio do ex-presidente na noite de sexta-feira (21). O ministro avaliou que o ato poderia ser usado para tentar obstruir a fiscalização das medidas cautelares e da prisão domiciliar impostas anteriormente a Bolsonaro.
A prisão preventiva não tem prazo definido e deve ser reavaliada periodicamente pela Justiça.
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