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GERAL
26/03/2025 17h17

Médicos cogitaram interromper tratamento do Papa Francisco e deixá-lo

Pontífice enfrentou momento crítico durante internação e chegou a correr risco de morte, mas se recupera sob acompanhamento médico

Foto Reprodução

O Papa Francisco, de 88 anos, passou por uma situação delicada e preocupante durante sua recente internação no Hospital Gemelli, em Roma. De acordo com o chefe da equipe médica, Sergio Alfieri, os profissionais chegaram a considerar a interrupção do tratamento, diante do intenso sofrimento do pontífice. No entanto, optaram por seguir com todas as terapias possíveis para garantir sua recuperação.



Após 38 dias de internação, Francisco recebeu alta no último domingo (23 de março) e retornou à Casa de Santa Marta, onde mora dentro do Vaticano. No entanto, seguirá sob repouso absoluto e passará por uma reabilitação respiratória prolongada.


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Noite mais crítica: crise respiratória e risco de morte



O momento mais difícil ocorreu na noite de 28 de fevereiro, quando o papa sofreu uma grave crise respiratória acompanhada de vômitos. O episódio foi descrito como um risco iminente de morte súbita.



Entre os agravantes do quadro estavam:

✅ O pontífice inalou parte do alimento durante uma refeição, piorando sua condição respiratória;

✅ A equipe médica precisou agir rapidamente para evitar complicações mais sérias nos pulmões;

✅ O episódio abalou não apenas os médicos, mas também pessoas próximas ao papa, que ficaram emocionadas e apreensivas.



Diante do quadro clínico, surgiram discussões sobre interromper os tratamentos e permitir que Francisco "morresse em paz". Entretanto, o papa delegou as decisões médicas ao seu assistente pessoal, Massimiliano Strappetti, que insistiu para que os médicos continuassem tentando a recuperação. Segundo Alfieri, essa decisão foi crucial para o sucesso do tratamento.



Recuperação e limitações nas aparições públicas



Apesar da alta hospitalar, a saúde do Papa Francisco ainda inspira cuidados. Ele segue em tratamento intensivo e precisará de pelo menos dois meses de reabilitação.



🔹 Nesta quarta-feira (26), não presidirá a audiência geral semanal, limitando-se a divulgar o texto da catequese por escrito;

🔹 A presença na oração do Angelus no próximo domingo (30) ainda é incerta;

🔹 Sua voz segue bastante debilitada, e ele deve evitar esforços excessivos.



No domingo (23), Francisco fez sua primeira aparição pública desde a internação. Mesmo fragilizado, saudou os fiéis da sacada do hospital, demonstrando resiliência e força espiritual.



Impacto no Vaticano e preocupações sobre a sucessão



A fragilidade do Papa Francisco reacendeu discussões sobre uma possível renúncia, semelhante ao que fez Bento XVI em 2013. Entretanto, até o momento, o pontífice reafirma sua intenção de continuar no comando da Igreja Católica.



Internamente, o Vaticano já discute mudanças na rotina papal para preservar a saúde do pontífice, reduzindo eventos e limitando deslocamentos.



Apesar dos desafios, Francisco mantém sua postura de liderança e fé, contando com orações e apoio da comunidade católica ao redor do mundo.

 



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Fonte: Redação
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