Luan, de 13 anos, sofre com quedas e ferimentos devido ao desgaste do equipamento atual; crescimento do jovem tornou a prótese inadequada para o uso diário
Foto: Portal Hora Hiper
O jovem tubaronense Luan Matos Camilo Tartari, de 13 anos, que nasceu com uma malformação congênita e precisou amputar a perna esquerda ainda na infância, depende de uma prótese para realizar suas atividades. No entanto, o equipamento que deveria garantir sua autonomia tornou-se, nos últimos meses, um motivo de dor.
Com o estirão de crescimento típico da adolescência, a prótese antiga parou de se ajustar ao corpo do menino. O que antes era auxílio agora causa ferimentos na pele, dores constantes e uma preocupação ainda maior: a falta de equilíbrio.
Segundo a família, Luan tem sofrido quedas frequentes, o que gera insegurança e dificulta tarefas básicas, como caminhar até a escola ou brincar com os amigos.
A necessidade de uma nova prótese é urgente para garantir que o adolescente não tenha seu desenvolvimento prejudicado e possa retomar sua rotina sem sofrimento.
O custo elevado do equipamento especializado motiva a mobilização em busca de apoio para que Luan recupere sua qualidade de vida e o direito de ir e vir com segurança.
Assista aos detalhes na reportagem de Kauana Mulinari.
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