A regra geral do programa estipula que a atualização dos dados cadastrais deve ocorrer obrigatoriamente a cada dois anos
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O governo federal está realizando os pagamentos do Bolsa Família neste mês de maio e faz um alerta importante para quem recebe o benefício. Para evitar que o dinheiro seja bloqueado ou suspenso, é obrigatório manter as informações do Cadastro Único bem integradas e atualizadas.
Além disso, novas regras sobre o uso da Carteira de Identidade Nacional, a CIN, e o cadastro de biometria começaram a valer e exigem atenção redobrada.
Os repasses seguem a ordem do dígito final do Número de Identificação Social, o NIS, impresso no cartão de cada beneficiário. O cronograma teve início no dia 18 e segue liberando os valores de forma escalonada até o dia 29 de maio.
Como o dinheiro cai nos últimos dez dias úteis de cada mês, nesta segunda-feira (25), o saque está liberado para quem tem o NIS final 6. Os finais de 7 a 0 recebem na sequência, entre terça e sexta-feira.
A regra geral do programa estipula que a atualização dos dados cadastrais deve ocorrer obrigatoriamente a cada dois anos. O responsável pela família precisa ir até o Centro de Referência de Assistência Social, o Cras, mais próximo e apresentar os documentos de identidade e os comprovantes de rendimentos de todos os moradores da casa. O Bolsa Família atende lares onde a renda por pessoa não passa de 218 reais por mês.
Para continuar com o benefício ativo, o cidadão também precisa cumprir contrapartidas nas áreas de educação e saúde. Isso significa que as crianças e os adolescentes de 4 a 17 anos precisam estar matriculados e frequentando as aulas regularmente.
Também é cobrado que a carteira de vacinação dos filhos esteja em dia, que o peso das crianças menores de 7 anos seja acompanhado nos postos de saúde e que as gestantes realizem todo o exame pré-natal. Desrespeitar essas normas gera desde avisos formais até o corte definitivo da verba.
Quem está entrando agora no programa social também precisa se adequar às novidades. Caso o novo aprovado ainda não tenha as digitais cadastradas no sistema do governo, será obrigatório fazer a nova Carteira de Identidade Nacional.
Essa exigência da biometria e do novo documento nacional serve para dar mais segurança aos pagamentos e evitar fraudes ou cadastros duplicados.
Atualmente, o valor mínimo garantido por residência é de 600 reais. Esse total é alcançado por meio do valor base de 142 reais por pessoa, além de bônus específicos pagos de acordo com o perfil dos moradores.
Famílias com crianças de até 6 anos recebem um acréscimo de 150 reais por filho. Já o extra de 50 reais é depositado para grávidas, mães de bebês de até 7 meses e para quem tem filhos com idade entre 7 e 17 anos.
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